
Cada um cada qual
Cada um cada qual Chorar sim melhor sem testemunhas Chorar sim no silêncio de algum dia Lamentando recordações só minhas Desacreditando em proclamados

Cada um cada qual Chorar sim melhor sem testemunhas Chorar sim no silêncio de algum dia Lamentando recordações só minhas Desacreditando em proclamados

A ilusão de ser forte Uma dor escondida no passado Não cria um presente atormentado Nem a luz transborda de felicidade Tão pouco

A Surpresa do momento A bela arquitetura Do Arquiteto do Universo Não se ergueu do chão No espaço constelado Habita Fonte invisível de perdão

DEFINHANDO Ao amanhecer anoitece Ao anoitecer amanhece Será que o vezo mudou Mão é algo de alguém É alguém que se transformou E

INSULAMENTO Tão só que s face transcende A construção de alma nômade Oh! Druída alude o herdado No espaço que reduz a própria

Ensaio pessoal/ por Carlos Lima Mesmo reconhecendo a quase inatingibilidade, ser maçom não é só conhecer as perspectivas de superficialidade é viajar às profundezas

Sem atalho Portão era de bronze Sonho ilusão ou imaginado Não interessa estava fechado O aguaceiro não estancava Forçando o pensamento ausente Que ensopado soluçava

Constatação Previnam-se Vivemos uma guerra surda, cega e dissimulada O inferno já é um paraíso Carlos Lima

Movimento narcisista Visitando a trincheira Do despretensioso preciosismo Em trabalho desterrado Conspirou em agonia Nos mundos paralelos O odor provocava desconforto No labirinto do narcisismo

Quem somos Quem sabe não seja o avesso Do acesso na longa jornada Das mensagens motivacionais Em ledo Engano Cadê o feliz desconhecido Vácuo vazio