
Qualquer coisa
Qualquer coisa Não viverei mais 30 anos Qualquer vida que supere Será em mim Eterna infinita Enfim Morri anteontem Carlos Lima

Qualquer coisa Não viverei mais 30 anos Qualquer vida que supere Será em mim Eterna infinita Enfim Morri anteontem Carlos Lima

Vê sem enxergar Não existem dúvidas Em passagens portais Distantes dos corações Negligenciam Traços anormais Mito flashes imaginações Nada convencional Na luz as

A digital da vida É uma vida hexagonal Nada chega subitamente Não adianta imaginar O suspiro não é normal Os ângulos capciosamente Aprisionaram o

Distante do pomar Na doutrina do alface Tuas palavras não desce Um dia desses Sem revolta Talvez desconheça que erras Que evapora

SERTANEJO O condutor da caçoa É caçoado Ignorado menosprezado Vítima da impessoalidade No sofrimento d´água Sertão esquartejado Forja a fibra do ser Burro não

MESMICE Mesmo no século XXI Da tecnologia Religião Carnaval São João Intercorrem sendo Ópio Para o povo Carlos Lima

POESIA Poesia é o fantasiar Sonhar de dedicar-se a amar Encontrar a Pureza No lodaçal da vida E não se perder Na multidão

Não sabendo enxergar Nos domínios da razão A ilusão O pensamento objetiva Verdades Na imensidão do ser Eis a formação do refletir Que fecunda

Diante outros Os homens diante de outros Animais se consideram Deuses Verdade Observando suas vidas Na perspectiva do Universo Ainda são aqueles outros Animais

Continua o mesmo O histórico nazista Cultiva ser narcisista dissimulado escravocrata esculpido de neutrino como imenso centrino Para gerar fusão de expressivos rancores Nunca